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Entenda o que é Gestão Patrimonial e sua Importância



O que é a gestão patrimonial?

O patrimônio é constituído de bens, direitos e obrigações. Os bens podem ser móveis, imóveis, tangíveis, intangíveis, entre outros. Os direitos são as transações comerciais feitas pela organização, ou seja, o que irá receber, os contratos e as vendas, por exemplo.

As obrigações se referem aos valores assumidos pelo negócio e que precisam de pagamento. Fornecedores, credores e salários de funcionários entram nesse quesito.

Fazer o controle patrimonial de uma empresa consiste em administrar essa relação entre as três frentes do patrimônio. Ou seja, analisar as suas movimentações como ascensão ou possível declínio do valor do ativos. Dessa forma, o balanço ajuda manter o controle de custos e é possível visualizar os investimentos necessários e as necessidades da empresa.

Por que fazer gestão patrimonial?

A gestão de patrimônio se tornou pauta entre gestores por promover a redução de custos e a racionalização das operações. Isso é essencial para que seja possível oferecer serviços e produtos mais competitivos no mercado.

Apesar de muitos verem como uma atividade que deve ser seguida por causa da lei, ela é essencial e reflete diretamente nos resultados das empresas. A partir dela, é possível fazer um planejamento orçamentário preciso, uma vez que o patrimônio estará quantificado e qualificado. 

Dessa forma, evita-se investimentos desnecessários, o que facilita no corte de custos. Além disso, a gestão patrimonial permite a visualização do valor real da empresa. Vale ressaltar que, ao deixar de fazer o Controle Patrimonial, a empresa pode ser autuada por Omissão de Receita e receber uma multa.

Como fazer a gestão de patrimônio

Para fazer a organização e controle patrimonial é importante seguir algumas etapas que facilitam o processo. Cada empresa pode adotar maneiras diferentes para realizar essa gestão, mas separamos um passo a passo com as atividades essenciais:

Escolha um sistema de gestão

Ferramentas tecnológicas, como os softwares, podem facilitar a gestão patrimônio. Assim, será possível otimizar algumas etapas, agilizando a execução de diversos procedimentos.

A ferramenta é capaz de manter as informações relevantes de forma visível, ajudando a organizá-las em relatórios para os gestores. Além disso, é importante que ela possa ser integrada a outras soluções contábeis, ajudando nos balanços patrimoniais e relatórios das depreciações.

Faça um inventário

A gestão de bens patrimoniais está diretamente ligada ao inventário — uma listagem de todos os ativos da empresa. Para facilitar o processo, utilize recursos como placas, adesivos ou fichas. Fazer registros fotográficos, montar uma descrição dos itens e identificar a localização são processos essenciais para uma relação de objetos precisa.

Quando itens forem mudados de lugar ou novos objetos forem comprados para substituir os antigos, é necessário atualizar o inventário. Dessa forma, o catálogo se mantém atualizado e a organização sabe quais itens realmente tem e quanto tempo irão durar.

Avalie os ativos

Depois de fazer o inventário e classificar os ativos, é preciso fazer uma avaliação. Ou seja, essa etapa é para identificar o custo de reposição dos itens, seu valor justo e residual — o valor que se espera receber pelo bem no final de sua vida útil.

Faça uma avaliação da vida útil

A gestão patrimonial é essencial para manter a organização da empresa e ter um controle dos ativos. Dessa forma, é necessário avaliar a vida útil dos bens para que seja possível estimar por quanto tempo que ele ainda será utilizado. Isso é essencial para uma gestão empresarial mais eficiente.

Atualize o valor dos bens

Uma boa gestão financeira e patrimonial consiste na atualização dos valores dos bens da organização. Dessa forma, é possível ter um controle maior dos itens que fazem parte do empreendimento e o quanto eles valem. Isso significa contabilizar a depreciação dos ativos de acordo com o tempo, por exemplo.

Concilie o físico e o contábil

Esta fase é essencial. Nela, será feita uma comparação entre as informações da base contábil e os dados do inventário físico. Dessa forma, o gestor de patrimônio consegue identificar os itens contabilizados que não constam fisicamente no inventário da organização. 

Também serão identificados os ativos que não possuem registro contábil, mas fazem parte da empresa. Essa comparação de dados gera os seguintes relatórios: 

  1. Bens conciliados; 

  2. Sobras contábeis,  

  3. Sobras físicas.

Faça o teste de Impairment

Segundo a Lei 11.638/07, o teste de Impairment é obrigatório para empreendimentos de grande porte. Ou seja, aqueles com uma receita bruta anual maior de 300 milhões de reais ou ativo total superior a R$ 240 milhões.

Conhecido como teste de recuperabilidade, o propósito é garantir que o valor contábil de um item seja recuperável de acordo com a sua capacidade de produzir dinheiro. Isso pode acontecer de duas formas: comercialização ou da própria utilização dos ativo.

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